CURIOSIDADES, PARCERIAS E REENCONTROS DA NOVELA CORPO A CORPO (TV Globo, 1984/1985)
- O autor Gilberto Braga a considera como uma de suas melhores criações, um de seus melhores textos e também um dos melhores elencos que já conseguiu reunir durante a sua extensa carreira. Já declarou por diversas vezes ainda que CORPO A CORPO é uma de suas novelas mais lembradas e citadas, particularmente pelo público mais intelectual e letrado;
- Várias atrizes foram cotadas para o papel de Eloá Pellegrini. Até o momento em que a TV Globo decidiu pela atriz Débora Duarte, os principais nomes cogitados para a personagem foram Sônia Braga (cujo último trabalho na TV brasileira na época havia sido a novela CHEGA MAIS, de Carlos Eduardo Novaes, mas que logo descartou a idéia de integrar o elenco, pois já estava direcionando seus esforços para uma carreira internacional) e Renée de Vielmond (que vinha do sucesso de EU PROMETO, de Janete Clair, e que considerou o papel, mas acabou optando por assinar contrato com a TV Manchete, onde cerca de dois anos depois assumiu o papel da protagonista da novela NOVO AMOR, de Manoel Carlos, curiosamente duas personagens de perfil semelhante). A TV Globo resolveu então valorizar uma de suas melhores atrizes disponíveis, especialmente após o sucesso consagrador de Débora na minissérie ANARQUISTAS GRAÇAS A DEUS, de Walter George Durst, que foi baseada no clássico livro de memórias da escritora Zélia Gattai;
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A escritora Leonor Bassères, que havia escrito um livro romanceado adaptando a
trama da telenovela ÁGUA VIVA, publicado proximamente ao final da exibição
original da novela em 1980, tornou-se colaboradora habitual de Gilberto Braga e
repetiu por várias vezes a parceria com o autor. Além de CORPO A CORPO, a
parceria entre a dupla também havia ocorrido nas novelas BRILHANTE e LOUCO
AMOR, e prosseguiu após 1985 com VALE TUDO, O DONO DO MUNDO, PÁTRIA MINHA,
FORÇA DE UM DESEJO e CELEBRIDADE, e mais as minisséries ANOS DOURADOS, O PRIMO
BASÍLIO e LABIRINTO;
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Gilberto Braga e Dennis Carvalho repetiram a parceria como autor e diretor
geral em novelas e minisséries, iniciada a partir de DANCIN’ DAYS. E
prosseguiram a parceria em novos trabalhos: nas novelas VALE TUDO, O DONO DO
MUNDO, PÁTRIA MINHA, CELEBRIDADE, PARAÍSO TROPICAL, INSENSATO CORAÇÃO e BABILÔNIA,
e nas minisséries ANOS REBELDES e LABIRINTO. Dennis também atuou como ator em
várias obras de Gilberto, entre elas: BRILHANTE, VALE TUDO, O DONO DO MUNDO e
BABILÔNIA;
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Antônio Fagundes e Débora Duarte voltaram a contracenar novamente como par
romântico 15 anos depois em TERRA NOSTRA, de Benedito Ruy Barbosa, nos papéis
do fazendeiro Gumercindo e de sua esposa Maria do Socorro. Uma cena de parto
advindo de uma gravidez tardia da personagem de Débora Duarte foi uma das mais
emocionantes e prestigiadas da novela;
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Débora Duarte voltou a trabalhar com o autor Gilberto Braga nas novelas PÁTRIA
MINHA e INSENSATO CORAÇÃO;
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Antônio Fagundes trabalhou novamente com o autor Gilberto Braga na nas novelas
O DONO DO MUNDO e INSENSATO CORAÇÃO, e na minissérie LABIRINTO;
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Marcos Paulo, que já havia trabalhado como diretor em duas novelas de Gilberto
Braga, DANCIN’ DAYS e BRILHANTE, voltou a trabalhar com o autor. Atuando como
ator, participou da minissérie O PRIMO BASÍLIO. E como diretor, foi o
responsável pela direção geral de FORÇA DE UM DESEJO;
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Gilberto Braga e a atriz então iniciante Malu Mader repetiram inúmeras
parcerias de trabalho, sendo que Malu Mader praticamente se transformou numa
das atrizes preferidas do autor e sua musa inspiradora. Por conta de seu
excelente desempenho em CORPO A CORPO, foi convidada e protagonizou a minissérie ANOS DOURADOS. Depois disso,
várias outras parcerias se sucederam: as minisséries ANOS REBELDES e LABIRINTO,
e as novelas O DONO DO MUNDO, FORÇA DE UM DESEJO e CELEBRIDADE.
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A novela apresentou e marcou a estréia de três grandes atrizes brasileiras na
televisão: Lília Cabral, Luiza Tomé e Andréa Beltrão. Destas, duas delas
voltaram a trabalhar em novelas seguintes de Gilberto Braga: Lília Cabral
brilhou em VALE TUDO, vivendo Aldeíde Candeias, e PÁTRIA MINHA, como Simone; já
Luiza Tomé teve especial destaque em PÁTRIA MINHA, vivendo a jornalista Isabel
Nogueira;
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Os atores Antônio Fagundes e Stènio Garcia (os irmãos Osmar e Amaury
Pellegrini) já haviam sido colegas de trabalho, quando interpretaram os protagonistas
da série CARGA PESADA na sua primeira temporada (entre 1979 e 1981), voltariam
a repetir a parceria na segunda temporada (revival)
da mesma série (entre 2003 e 2007), revivendo os caminhoneiros Pedro e Bino
respectivamente, mas agora mais velhos e experientes. Contracenaram ainda nas
novelas O DONO DO MUNDO (outra criação de Gilberto Braga) e O REI DO GADO, de
Benedito Ruy Barbosa;
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Com CORPO A CORPO, a atriz Joana Fomm, que viveu a personagem Lúcia Gouveia,
repetiu a parceria de trabalho com o autor Gilberto Braga, novamente
interpretando uma de suas vilãs. A primeira delas foi a inesquecível Yolanda Pratini,
de DANCIN’ DAYS;
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O romance entre os personagens interpretados por Marcos Paulo e Zezé Motta foi
um dos pontos altos da novela. Gerou discussão ampla sobre o racismo no Brasil,
trazendo polêmica quando uma parcela do público rejeitou o romance e outra
torcia fervorosamente pelo namoro e pela união do casal. Ao final, resultou
numa das grandes personagens vividas por Zezé Motta, que com a novela de
Gilberto e Leonor, foi consagrada como uma das melhores atrizes jovens da
televisão da época. Sônia Rangel, interpretada por Zezé, sofreu horrores com as
armações e tramóias criadas pela preconceituosa Lúcia Gouveia, vivida por Joana
Fomm. Dezesseis anos depois, as duas atrizes voltaram a contracenar como
antagonistas em ESPLENDOR, onde a situação ainda se repetiu. Novamente, Joana
interpretou uma patroa cadeirante, de alta classe social, que humilhava e
perseguia o filho da empregada e mãe solteira, vivida por Zezé. As duas atrizes
também contracenaram no filme QUANTO VALE OU É POR QUILO, de Sérgio Bianchi,
que aborda com extremo realismo a questão do racismo estrutural e aprofunda o
tema da desigualdade social e racial.
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Malu Mader e Hugo Carvana voltaram a ser colegas de trabalho em produções
artísticas posteriores, contracenando nas novelas O DONO DO MUNDO, CELEBRIDADE
e no filme CASA DA MÃE JOANA. Em CELEBRIDADE, eles repetiram a parceria. Ele como
Lineu Vasconcelos, novamente um
empresário capitalista empreendedor e audaz do meio editorial, e ela como Maria
Clara Diniz, produtora cultural bem sucedida e famosa; referindo-se às novelas
de autoria de Gilberto Braga, outra parceria de Carvana com o autor foi PARAÍSO
TROPICAL.
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Malu Mader e Isabela Garcia tornaram-se amigas muito próximas a partir de CORPO
A CORPO, tendo sido colegas de trabalho novamente em diversos trabalhos na
televisão, como nas minisséries ANOS DOURADOS e LABIRINTO, na novela
CELEBRIDADE e na série A VIDA COMO ELA É;
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Malu Mader e Andrea Beltrão voltaram a trabalhar juntas no filme ROCK ESTRELA,
dirigido por Lael Rodrigues;
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Para o personagem Zeca Maciel, interpretado por Caíque Ferreira, esteve cotado
o ator Paulo Castelli, que por conta de seu trabalho na minissérie VIVER A VIDA
(Manchete, 1984) não pode assumir o papel. Posteriormente, Castelli foi logo
recontratado pela Globo, ocasião em que ganhou o papel de Pedro na versão original
de TI TI TI, O personagem era irmão de Val, vivida por Malu Mader, grande
destaque entre as atrizes jovens de CORPO A CORPO;
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Caíque Ferreira e Flávio Galvão haviam sido colegas de trabalho, como atores,
na novela AMOR COM AMOR SE PAGA;
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Caíque Ferreira e Isabela Garcia voltaram a contracenar juntos como colegas 4
anos depois em O SEXO DOS ANJOS, quando ela viveu a protagonista homônima, ou
seja, que também se chamava Isabela, e ele viveu o personagem publicitário, Diogo;
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A atriz Mila Moreira voltou a trabalhar numa produção de autoria de Gilberto
Braga. Foi na minissérie ANOS REBELDES, onde ela pediu e conseguiu pela
primeira vez interpretar o papel de uma mãe, tendo feito a personagem Regina
Ribeiro, que era mãe de Edgar, vivido por Marcelo Serrado, que se casava com a
protagonista vivida por Malu Mader, (e tempos depois eles se separavam). A
personagem de Mila deu vida a uma mãe e sogra compreensiva e que apoiava as
decisões dos jovens;
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O ator (mirim, na época) Selton Mello, que interpretou o menino Ronaldo, foi um
dos grandes destaques de CORPO A CORPO. E, jovem adulto, voltou a atuar numa novela
de Gilberto Braga, juntamente com a colega Malu Mader. Foi em FORÇA DE UM
DESEJO;
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O ator Flávio Galvão teve um auge de sucesso e popularidade com CORPO A CORPO,
por conta de seu personagem enigmático. Na ocasião, o ator declarou que
precisou viajar e sair do país por um breve período, para evitar o assédio excessivamente
intenso e constante dos fãs;
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A atriz Heloísa Mafalda, a Dona Guiomar, emendou o trabalho como atriz em CORPO
A CORPO, na novela seguinte, ROQUE SANTEIRO, a substituta do horário, onde viveu
a memorável Dona Pombinha. Heloísa também já havia sido destaque de elenco em
duas outras novelas de Gilberto Braga: ÁGUA VIVA e BRILHANTE;
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As atrizes Mila Moreira e Joana Fomm já haviam atuado juntas em ELAS POR ELAS,
de Cassiano Gabus Mendes, quando interpretaram colegas de colégio que se
reencontram na idade adulta, relembram e compreendem um acontecimento trágico e
traumático do passado envolvendo ambas, superam suas desavenças e continuam
amigas. Voltaram a contracenar em BAMBOLÊ, de Daniel Màs;
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O ator Marcelo Picchi voltou a trabalhar numa novela de co-autoria de Leonor
Bassères, novamente com um personagem mais para o lado da comédia. Foi em MICO
PRETO, criada e escrita pelo trio de novelistas formado por Euclydes Marinho,
Leonor Bassères e Marcílio Moraes, e tendo como um dos diretores Dennis
Carvalho;
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A novela escrita por Gilberto Braga e Leonor Bassères marcou bastante pela
reconstituição das enchentes ou cheias ocorridas na cidade catarinense de
Blumenau em 1983. Foi um dos grandes destaques do primeiro capítulo, tendo sido
reproduzida em estúdio e exigiu uma atuação física extenuante de seus atores e
técnicos. Dez anos depois, Gilberto e Leonor voltaram ao tema das catástrofes
climáticas, desta vez em PÁTRIA MINHA, encenando e discutindo a situação das
chuvas torrenciais e dos deslizamentos de morros em favelas e bairros cariocas;
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Além das imagens de cenas de enchentes e locações no Sul do país, CORPO A CORPO
também teve imagens belíssimas captadas no exterior, especificamente no Egito e
na Espanha, para onde também viajaram as personagens de Eloá, Ronaldo, Maurício
e Raul Monteiro. Poucos meses antes, quase na mesma época, em 1984, a Globo
havia designado os atores Ney Latorraca e Marcos Nanini, do elenco de UM SONHO
A MAIS, novela das 7, na época, também para o Egito, onde foi iniciada uma boa relação
de cooperação artística entre equipes de televisão doa dois países. No caso,
mais por iniciativa dos artistas brasileiros contratados pela TV Globo;
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Pelo menos três músicas temas da trilha da novela tiveram seus clipes exibidos
pelo programa FANTÁSTICO, da TV Globo. Foram elas: “Nada Mais”, de Gal Costa;
“A Mulher Invisível”, de Ritchie; e “Missing You”, de Diana Ross;
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A cantora Marina, destaque na abertura de CORPO A CORPO com a canção “Tão
Beata, Tão à Toa”, voltou a cantar na abertura de outras produções globais, com
destaque para a novela RODA DE FOGO, quando emplacou a canção “Pra Começar”; e
para a minissérie CONTOS DE VERÃO, quando emplacou novamente a canção que já
era um hit desde “Uma Noite e Meia”;
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A novela VALE TUDO foi comparada com CORPO A CORPO, por conta do personagem
Ivan (Antônio Fagundes), que tinha algumas semelhanças com o Osmar;
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A novela SUAVE VENENO, de Aguinaldo Silva, foi comparada com CORPO A CORPO, por
conta do personagem Marcelo Barone, vivido por Fúlvio Stefanini, um marchand de
artes, que também representava um personagem “demoníaco”, no caso alguém que
usava suas forças espirituais para o mal;
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A novela A FAVORITA, de João Emanuel Carneiro, foi comparada com CORPO A CORPO,
por conta da personagem Flora (Patrícia Pillar), que tinha algumas leves
semelhanças com a “virada de mocinha para vilã” da Tereza Fonseca (vivida por
Glória Menezes), embora a personagem Flora tenha sido até o final uma psicopata
incorrigível ou incurável e a Tereza foi julgada e punida no terço final da
novela, e, a partir daí, tenha mudado e se redimido;
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CORPO A CORPO foi exportada para 18 países, tendo sido eles o seguintes: Argentina,
Bolívia, Bulgária, Canadá, Chile, Colômbia, Equador, Espanha, Honduras,
Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Portugal, República Dominicana, Turquia,
Uruguai e Venezuela. Embora tenha sido um imenso sucesso no horário nobre entre
os anos de 1984 e 1985, a novela nunca foi reprisada pelo Vale a Pena Ver de
Novo ou por outra seção de reprises da Globo ou do Canal Viva, na TV paga.
Consta que teria sido encaminhada para o Ministério da Justiça, em maio de
2000, para o pedido de avaliação e classificação de horário. Embora, a TV Globo
estivesse estudando a liberação para uma eventual reprise, a emissora decidiu
por reapresentar uma produção mais recente, sendo naquele caso A PRÓXIMA
VÍTIMA, de Sílvio de Abreu;
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Vários artistas e celebridades atuaram em breves participações especiais em
CORPO A CORPO em eventos exclusivos e atendendo a convites vips, entre eles:
Monique Evans, Maria Cláudia, Tony Ferreira, a escritora Marina Colasanti e o
cantor Milton Nascimento;
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Artistas falecidos que integraram o elenco e equipe de produção da novela CORPO
A CORPO: Lauro Corona, Caíque Ferreira, Marcos Paulo, Hugo Carvana, Nádia
Scher, Heloísa Mafalda, Renata Fronzi, Ruth de Souza, Waldir Onofre, Duse
Nacaratti, Zeny Pereira, João Paulo Adour, Ida Gomez, Turíbio Ruiz, Cidinha
Milan, Waldyr Sant’anna e Leonor Bassères (co-autora);
FONTES:
Jornais ZERO HORA, O GLOBO, JORNAL DO BRASIL, O FLUMINENSE, FOLHA DE SÃO PAULO,
O ESTADO DE SÃO PAULO; revistas AMIGA, CONTIGO!, TV BRASIL, MINHA NOVELA, TI TI
TI; sites https://memoriaglobo.globo.com
e www.teledramaturgia.com.br;
livro A HOLLYWOOD BRASILEIRA, de Mauro Alencar, DICIONÁRIO DE ASTROS E ESTRELAS
DO CINEMA BRASILEIRO -– 2ª edição, de Antônio Leão da Silva Neto, e outros.
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