TOP 12 REMAKES ICÔNICOS DA TELEDRAMATURGIA BRASILEIRA
A história das gêmeas Ruth e Raquel, interpretadas por Glória Pires, tornou-se um dos remakes de telenovelas campeãs de reprises nos canais de TV e de streamings nas plataformas digitais (Foto: TV Globo)
Confira um ranking super selecionado dos remakes de folhetins televisivos mais lembrados e populares pelo público noveleiro:
2- ÉRAMOS SEIS (SBT, 1994): Autoria de Rubens Ewald Filho e Sílvio de Abreu, inspirados na obra literária homônima de autoria de Maria José Dupret, lançada em 1943. Readaptação do mesmo texto da produção ÉRAMOS SEIS (Tupi, 1977), que havia sido já a quarta versão televisiva do livro de Dupret. O remake de 1994 teve a supervisão de roteirização da história por Rubens Ewald Filho. Portanto, o mais recente adaptação produzida e apresentada pela Globo já foi a quinta versão dessa história, que tem emocionado e comovido diversas gerações de telespectadores, em todas as ocasiões em que é refeita. Porém, o remake de 1994 marcou época por reinaugurar com grande entusiasmo da equipe, e considerável audiência e torcida do público, o setor de teledramaturgia do SBT;
3- A VIAGEM (Globo, 1994): Autoria de Ivani Ribeiro, com colaboração de Solange Castro Neves, refazendo o seu texto original de A VIAGEM (Tupi, 1975/1976);
4- PANTANAL (Globo, 2022): Adaptação de Bruno Luperi, baseado na criação do autor (e avô do adaptador) Benedito Ruy Barbosa em sua obra televisiva original PANTANAL (Manchete, 1990);
5- A GATA COMEU (Globo, 1985): Autoria de Ivani Ribeiro, com colaboração de Marilu Saldanha, e com base em sua telenovela original A BARBA AZUL (Tupi, 1974);
6- SINHÁ MOÇA (Globo, 2006): Adaptação de Edmara e Edilene Barbosa, com base na telenovela original SINHÁ MOÇA (Globo, 1986), escrita pelo autor (e pai das adaptadoras) Benedito Ruy Barbosa, inspirado no romance literário homônimo de autoria de Maria Dezonne Pacheco Fernandes, publicada em 1950;
7- CABOCLA (Globo, 2004): Adaptação de Edmara e Edilene Barbosa, com base na telenovela original CABOCLA (Globo, 1979), escrita por Benedito Ruy Barbosa, inspirado na obra literária homônima de autoria de Ribeiro Couto, lançada em 1931;
8- O CRAVO E A ROSA (Globo, 2000/2001): Adaptação de Walcyr Carrasco com colaboração de Mário Teixeira, com base no texto da telenovela O MACHÃO (Tupi, 1974/1975), de autoria de Ivani Ribeiro, que por sua vez se inspirou em A MEGERA DOMADA, obra teatral do dramaturgo inglês William Shakespeare, que lançou esta peça histórica de comédia, segundo diversas fontes, no longínquo ano de 1594;
9- AMOR COM AMOR SE PAGA (Globo, 1984): Autoria de Ivani Ribeiro com colaboração de Solange Castro Neves e com base em sua telenovela original CAMOMILA E BEM-ME-QUER (Tupi, 1971), que por sua vez foi inspirada pela obra teatral O AVARENTO, clássica comédia, escrita pelo dramaturgo francês Molière, que teve sua estreia em 1668;
10- O PROFETA (Globo, 2006/2007): Adaptação de Duca Rachid e Thelma Guedes, com base na telenovela O PROFETA (Tupi, 1977), de autoria de Ivani Ribeiro;
12- TI TI TI (Globo, 2010/2011): Adaptação de Maria Adelaide Amaral e Vincent Villari, com base nas telenovelas TI TI TI (Globo, 1985/1986) e PLUMAS & PAETÊS (Globo, 1980/1981), ambas de autoria de Cassiano Gabus Mendes;

12- TI TI TI (Globo, 2010/2011): Adaptação de Maria Adelaide Amaral e Vincent Villari, com base nas telenovelas TI TI TI (Globo, 1985/1986) e PLUMAS & PAETÊS (Globo, 1980/1981), ambas de autoria de Cassiano Gabus Mendes;
BÔNUS: Duas Novas Versões Memoráveis da Teledramaturgia (reescritas a partir de obras literárias clássicas e que não foram consideradas remakes):
1- A ESCRAVA ISAURA (RecordTV, 2004/2005): Adaptação de Tiago Santiago, inspirado na obra literária de Bernardo Guimarães, lançada originalmente em 1885. O adaptador de 2004 explorou e ampliou diversas tramas, de modo diferente da primeira adaptação televisiva, intitulada sem o artigo no título, ou seja, ESCRAVA ISAURA (Globo, 1976), que foi adaptada por Gilberto Braga e que se constituiu como a telenovela brasileira campeã de exportações por aproximadamente mais de duas décadas. A versão da Record também marcou a retomada do seu núcleo de produção de teledramaturgia nos anos 2000. Além disso, a produção luxuosa, o elenco afinado e a alta da qualidade das imagens e da direção geral também garantiram o sucesso da nova adaptação;
2- GABRIELA (Globo, 2012): Adaptação de Walcyr Carrasco, inspirado na obra literária de Jorge Amado, “Gabriela, Cravo e Canela”, publicada originalmente em 1958. O adaptador de manteve basicamente a trama original, porém a produção teve um capricho visual mais esmerado, elenco afinado e imagens em alta definição, o que resultou num novo caso de adaptação de sucesso nacional e internacional (o trabalho realizado por Carrasco foi a terceira versão televisiva do romance literário de amado). Em Portugal, por exemplo, GABRIELA, a novíssima versão, foi exibida em duas ocasiões. Porém, a segunda adaptação televisiva, escrita por Walter George Durst e produzida em 1975, continua sendo a mais lembrada pelo público em geral. Primeiramente, por ter sido apresentada em comemoração aos 10 anos da Globo. E, somando-se a isso, o fato de ter se tornado uma das produções pioneiras de uma rede de televisão nacional a ser exportada e a repetir em diversos países estrangeiros o imenso sucesso conquistado entre nós brasileiros.
Créditos de Fotos: TV Globo, SBT e RecordTV.















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