21 (0u mais) Líderes Políticos Autênticos de Novelas Globais

 

Cenário da escola pública do bairro do Passeio, em AMOR DE MÃE (2020) [Foto TV Globo]


1-       Marcos Mesquita, o estudante de medicina esforçado e estudioso que se tornou um eficiente e dedicado cirurgião, em ÁGUA VIVA (1980)



1-       O mecânico e micro empresário Heitor (Jardel Filho), que ajudou e acolheu o jovem surdo mudo Abel (Tony Ramos) e ajudou a construir um aprazível jardim comunitário num terreno abandonado, em SOL DE VERÃO (1982/83)


           A dona de casa Raquel (Irene Ravache), que liderou a reconstrução do jardim comunitário no terreno baldio desperdiçado (e em certo momento da trama completamente destruído) pelo seu proprietário, em SOL DE VERÃO (1983)


1-       O político tradicional Lucas Cantomaia (Francisco Cuoco), que se elegeu deputado federal e liderou diversos projetos sociais, especialmente de reabilitação de ex presidiários, mas que não consentiu que seus aliados e adversários pudessem dirigir ou explorar sua vida pessoal, sendo que esta decisão o levou suportar uma série de mentiras, constrangimentos e pressões que ao final o levaram a renunciar a candidatura ao senado, optando assim por construir uma nova família, em EU PROMETO (1983/84)


1-       O advogado abolicionista Rodolfo (Marcos Paulo), que fez campanhas pelo fim da escravatura e, disfarçado apelidado de “irmão do quilombo”, libertou escravos das fazendas de café e das senzalas no século 19, em SINHÁ MOÇA (1986)



1-       A guia turística e cozinheira Raquel Gomes Accioli (Regina Duarte), que para ganhar o seu sustento foi vender sanduíches na praia e, aos poucos, e mantendo-se honesta e coerente nos negócios e na vida pessoal, conseguiu empreender e tornar-se a dona da Paladar, uma surpreendentemente promissora e ascendente rede de restaurantes, em VALE TUDO (1988/89)



  A produtora de moda e jornalista Solange Duprat (Lídia Brondi), que dirigiu diversos editoriais e chegou a comandar com altíssimas dedicação, responsabilidade e competência os trabalhos de várias edições da prestigiada revista Tomorrow. Fora da ficção, sua personagem Solange também ditava tendências, e seu corte de cabelo ao estilo ‘franjinha’ também liderou os pedidos entre as fãs e telespectadoras. Outra influência vanguardista da icônica personagem que promoveu debate nacional foi o seu desejo autêntico pela maternidade e o seu “destemor” para encarar a gestação de um filho através de uma produção independente. Em VALE TUDO (1988/89)


1-       O herdeiro natural de uma monarquia e líder popular espontâneo Jean Pierre (Edson Celulari), que juntos de seus amigos revolucionários Corcoran (Stênio Garcia), Bertrand (Paulo César Grande ) e Pimpim (Marcos Breda) destituiu o trono de um rei usurpador e tirano, e reconstituiu a justiça, a liberdade e a paz ao povo do reino fictício de Avilan, em QUE REI SOU EU? (1989)


1-      A camponesa e criada do palácio real Aline (Giulia Gam),  que defendeu os pobres e plebeus oprimidos e manteve seus princípios de honestidade e justiça trabalhando e lutando incansavelmente para que o povo de Avilan fosse respeitado e não mais  explorado e que, por isso, chegou também a abrir mão de sua felicidade pessoal em prol do bem coletivo, em QUE REI SOU EU? (1989)


1-       O trabalhador rural boia fria, plantador de café, catador de laranja e jardineiro Sassá Mutema, que, inicialmente ingênuo e manipulado por interesseiros, e lançado a revelia como candidato honesto em contraponto aos corruptos, elegeu-se prefeito da cidade fictícia de Tangará, adquiriu consciência política, retomou os bons projetos e desbaratou, com a ajuda de amigos, uma quadrilha de traficantes de cocaína, em O SALVADOR DA PÁTRIA (1989)


1-       A fazendeira e empresária Marina Sintra, que planejou e construiu uma fábrica de suco de laranja e soube apoiar o prefeito, o delegado e a população de sua cidade em momentos decisivos para reconduzir a honestidade na política e desmantelar o crime e a corrupção, em O SALVADOR DA PÁTRIA (1989)


       Ascânio Trindade (Reginaldo Faria), que como a parábola ou a história cuja moral é “o bom filho à casa torna” retornou a sua cidade natal e tornou-se secretário do prefeito Artur da Tapitanga (Ary Fontoura), com o firme propósito de modernizar a cidade, trazer progresso econômico e melhorar a vida dos seus conterrâneos e demais moradores. Ascânio era de fato quem tinha vocação política e liderança autêntica, ao passo que o prefeito coronel não passava de um perdulário neurótico exibicionista e administrador medíocre. Mas, com a ajuda amiga de Tieta, Ascânio conseguiu mesmo revitalizar e trazer alguma modernidade à encantadora Santana do Agreste, em TIETA (1989/90)



Tieta (Betty Faria): faltam expressões suficientes para expressar a liderança de Tieta na novela TIETA (1989/90): coragem, ousadia, vivacidade, dinamismo, dinheiro, inclusão social, empatia e solidariedade são apenas algumas delas. Tieta é uma das personagens e singulares da literatura e da teledramaturgia brasileira: ela cumpriu de fato a sua promessa e moldou o destino e a evolução feliz de toda uma cidade. Melhor Política impossível. Simplesmente, TIETA NÃO MORREU. E VIVA A LUZ DE TIETA!



A estudante secundarista Alice, que se colocou em frente a um trator e impediu a demolição de uma vila anteriormente construída em terreno ocupado irregularmente (ou ilegalmente, dependendo do tipo de narrativa predominante na novela) porém a única opção de moradia daquela comunidade, em PÁTRIA MINHA (1994)

0

   O agricultor sem terra Regino Pereira (Jackson Antunes), que liderava um grupo e movimento social de camponeses excluídos e destituídos de propriedade agrícola e que morreu assassinado numa situação de invasão de terras e de confronto com jagunços, em O REI DO GADO (1996/1997)


1-  Juíza Mirandinha (Betty Faria), que se manteve em seus princípios éticos e em sua essência e vocação profissional, fazendo os valer “os rigores da lei” sempre que necessário contra ações inescrupulosas de criminosos e infratores, em A INDOMDADA (1997)


A delegada Helô (Giovanna Antonelli), que liderou uma força tarefa da polícia e conseguiu desarticular uma quadrilha de tráfico humano para prostituição e de roubo e adoção de crianças ilegal na Turquia; conseguiu desvendar vários crimes e também resgatar a jovem Morena (Nanda Costa), em SALVE JORGE (2012/13)


1-    A empregada doméstica Raquel (Erika Januza), que enfrentou o racismo, as humilhações e as perseguições de sua patroa e mãe de seu namorado; estudou grandes dificuldades, em condições precárias, mas com a máxima dedicação, tornando-se juíza de Direito, através de concurso público, sofreu e resistiu a um atentado causado por atropelamento, e ajudou a desmascarar e punir a violência física, psicológica e psiquiátrica e o processo de alienação e usurpação patrimonial, bem como as tentativas reiteradas de assassinato cometidas contra sua amiga Clara (Bianca Bin), em O OUTRO LADO DO PARAÍSO (2017/18)


A jovem professora de História Camila (Jéssica Ellen), que foi abandonada ainda bebê e encontrada pela Dona Lurdes (Regina Casé), [a super mãe da trama / personagem central da novela]; cresceu e assumiu os mesmos valores e a mesma garrada de sua mãe adotiva, assumiu o trabalho numa escola de periferia e liderou um movimento social irrepreensível em favor da educação pública e contra a ganância e a especulação imobiliária e ainda contra a truculência de setores corruptos das forças policiais e criminosos de grupos ou quadrilhas paramilitares, em AMOR DE MÃE (2020 - primeira fase, 2021 - segunda fase)



O biólogo e ativista ecológico Davi (Vladimir Brichta) e a enfermeira Betina (Ísis Valverde). Em duas diferentes ambientações ou em dois contextos ou núcleos dramáticos diversos, os personagens heroicos de AMOR À VIDA, levantaram a bandeira da ecologia, da reciclagem, da saúde, do saneamento básico e do desenvolvimento sustentável. Foram combatidos e enfrentaram até os surtos e a pandemia de covid19 em seus momentos dramáticos em 2020/2021, mas uniram-se torcida pela superação e tiveram finais felizes. E assim, como com a história de Camila, o público vibrou. Em AMOR DE MÃE (2020 - primeira fase, 2021 - segunda fase)


   Os nobres justos Amália (Marina Ruy Barbosa) e Afonso (Rômulo Estrela), do reino de Montemor, em DEUS SALVE O REI (2018); e Bergeron (Daniel Filho) e Madeleine (Marieta Severo), do reino de Avilan, em QUE REI SOU EU? (1989)























Comentários

Mensagens populares deste blogue

RADICAL DEMAIS - As trilhas sonoras de Fera Radical

10 REFERÊNCIAS DO CINEMA E DA TV RELACIONADAS ÀS REPRISES DE NOVELAS "INÉDITAS" DO CANAL VIVA

6 CANÇÕES TRIBUTO TEMAS INTERNACIONAIS DE NOVELA